Justiça determina que Facebook retire calúnias sobre Marielle

<p>O juiz Jorge Jansen Counago Novelle, da 15&ordf; Vara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), determinou, em liminar, que o Facebook retire de seu portal, no prazo de 24 horas, publica&ccedil;&otilde;es com informa&ccedil;&otilde;es falsas de conte&uacute;do criminoso sobre a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada no &uacute;ltimo dia 14. A a&ccedil;&atilde;o foi movida pela irm&atilde; e pela vi&uacute;va de Marielle.</p>
<p>O magistrado tamb&eacute;m determinou que a rede social utilize todas as ferramentas dispon&iacute;veis para impedir a publica&ccedil;&atilde;o de novas postagens ofensivas &agrave; Marielle e que informe se os perfis de Luciano Ayan, Luciano Henrique Ayan e Movimento Brasil Livre patrocinaram as postagens.</p>
<p>Na decis&atilde;o, o juiz Jorge Novelle destacou que o Facebook tem recursos para excluir as postagens que ofendem a honra de Marielle Franco e que &eacute; inaceit&aacute;vel que a mem&oacute;ria da parlamentar continue sendo desrespeitada.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o se h&aacute; de tolerar que a morte de Marielle, M&aacute;rtir da Hist&oacute;ria Contempor&acirc;nea do Brasil, se repita, dia-a-dia, como vem ocorrendo, com a coniv&ecirc;ncia, por omiss&atilde;o, especificamente do R&eacute;u, que se traveste numa rede social e vem permitindo a propaga&ccedil;&atilde;o de crimes como cal&uacute;nia contra os mortos, &oacute;dio, preconceito de ra&ccedil;a e g&ecirc;nero e abusos contra algu&eacute;m que j&aacute; n&atilde;o tem como se defender, contra seus parentes, sua irm&atilde; e sua companheira, contra familiares e contra a sociedade&rdquo;, afirmou.</p>

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