Pedido de prisão domiciliar para Ronaldinho e Assis é negado pela Justiça do Paraguai

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A Justiça do Paraguai negou o pedido de prisão domiciliar para Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto de Assis Moreira, presos desde a noite de sexta-feira (6) por documentos falsificados.

Em audiência realizada nesta terça-feira (10), no Palácio da Justiça de Assunção, o juiz Gustavo Amarilla manteve a dupla presa na Agrupácion Especializada da Policia Nacional, por uso de passaportes e documentos de identidades adulterados.

Pedido de prisão domiciliar para Ronaldinho e Assis é negado pela Justiça do Paraguai

Foto: NORBERTO DUARTE / AFP

O magistrado alegou a falta de documentos necessários sobre a propriedade proposta como garantia pela defesa. 

“A audiência se desenvolveu normalmente, harmoniosamente. As defesas expuseram a conveniência de que ambos os réus possam ser processados em liberdade, sem restrições. O Tribunal estabeleceu que a conduta provisória de ambos os réus é a utilização de um documento com conteúdo falso. O ato suspeito punível é pelo uso de um documento público com conteúdo falso. A medida preventiva da prisão é mantida na Associação Especializada. A justificativa é especialmente no que diz respeito ao fato de estarmos em uma causa com data de início inferior a uma semana”, afirmou o juiz, de acordo com a rádio paraguaia “ABC Cardinal 730 AM”.

“Reconheço que o ato punível de usar um documento público poderia ter uma medida menos onerosa. Não se busca impedir a investigação tributária com vazamento ou obstrução. Existem inúmeros procedimentos que ainda precisam ser realizados com a presença física de Ronaldo e Roberto de Assis Moreira”, assegurou o juiz.

O Ministério Público do Paraguai se opôs à medida de prisão domiciliar antes mesmo da decisão do magistrado e apresentou os argumentos na audiência desta terça-feira.

“O Ministério Público sustentou a sua posição de se opor à toda modificação à prisão preventiva. Se trata de uma investigação com atos que atentam contra a segurança de documentos de identidade do Paraguai. Faz cinco dias que começaram a investigação. Ainda se está estudando condutas individuais. Essas pessoas (Ronaldinho e Assis) não têm raízes”, disse o promotor Marcelo Pecci.

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