Maryse Condé ganha o ‘Nobel alternativo’ de literatura

Condé leva o 'Nobel alternativo' de literatura

Foto: ADRIAN DENNIS / AFP

Maryse Condé foi anunciada, nesta sexta-feira (12), vencedora do prêmio de literatura da organização sueca The New Academy, considerado um Nobel alternativo, que foi criado para preencher a ausência de um vencedor nomeado pela Academia Sueca.

 

A autora tem cerca de 20 romances escritos. Seu trabalho aborda como o colonialismo mudou o mundo e de que maneira aqueles afetados pelo processo podem recuperar sua herança.

 

Alguns de seus livros são: “Eu, Tituba: Bruxa Negra de Salem”, um romance histórico sobre uma mulher negra condenada durante os julgamentos das bruxas de Salem, e “Segu”, que se passa na África Ocidental durante o século 18.

 

A romancista queria ser escritora desde criança, mas publicou seu primeiro livro quando estava perto dos 40 anos. Hoje ela vive em Guadalupe e na França, depois de ter se tornado professora emérita na Universidade de Columbia, em Nova York.

 

“Somos um país tão pequeno, apenas mencionados quando há furacões, terremotos e coisas assim. Agora estamos muito felizes pelo reconhecimento por uma outra coisa”, afirma Mayse durante a cerimônia de anúncio da honraria em Estocolmo.

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