Loja reabre na China com mais de R$ 14 mi em vendas em apenas um dia

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Enquanto o comércio físico se mantem quase totalmente fechado na China, o varejo já parece estar a todo vapor — principalmente no setor do luxo.

De acordo com informações site WWD, uma loja da Hermès faturou pelo menos 19 milhões yuan, ou US$ 2,7 milhões (mais de R$ 14 milhões) em vendas no dia da reabertura de sua loja em Guangzhou, sul da China, no último sábado (11).

Ainda de acordo com o site, peças raríssimas como uma Birkin (it-bag da marca, que é feita sob encomenda) cravejada de diamantes, foram enviados para o local a pedido de clientes.

A província de Guangdong é a área mais rica da China e os clientes encheram a loja de mais de 500 metros quadrados para comprar louças, sapatos, móveis e artigos de couro assim que abriram as portas.

Loja reabre na China com mais de R$ 14 mi em vendas em apenas um dia

Foto: Getty

A marca diz que “a reabertura reafirma o compromisso da Hermès com a região sul da China e marca um novo capítulo para a etiqueta parisiense em Guangzhou, onde está presente desde 2004”.

Acredita-se que os números em vendas são o recorde para uma única boutique da marca na China.

Depois de meses em lockdown, com varejo físico fechado afetando marcas que dependem do pulsante mercado chinês, especialistas e marcas estão ansiosos para entender o comportamento do consumidor depois da quarentena.

Muitos apostam no “revenge buying” (em inglês, algo como “consumo de vingança”) termo dos anos 80 que, em um primeiro momento, significava a demanda reprimida por produtos estrangeiros aos quais os chineses não tinham acesso à época. Em tempos de pandemia, a expressão explica a possibilidade de um retorno massivo e repentino ao varejo por parte dos consumidores que estão obrigados a ficar em casa.

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