Greve de ônibus dificulta a vida no Rio

Hoje a população teve grande dificuldade de chegar no trabalho, na escola ou em qualquer outro destino que dependesse de ônibus. Isso porque hoje iniciou uma paralisação gradual das atividades de cinco empresas: Ideal, Paranapuã, Real, Redentor e Três Amigos, que atendem as zonas Norte, Sul e Oeste.

O Centro de Operações da Prefeitura do Rio recomenda preferência a trens, metrô, barcas ou VLT.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus do Rio de Janeiro (Sintraturb Rio), os funcionários desejam um reajuste de 10% nos salários, pagamento de salários, décimo terceiro e férias atrasados além de plano de saúde, vale-alimentação de R$ 409,50, vale-refeição de R$ 480, fim da dupla função (quando o motorista também exerce a atividade de cobrador) e suspensão das multas.

Os rodoviários estavam em estado de greve desde o dia 4 deste mês. Na quinta-feira (7), eles rejeitaram o acordo enviado pelo RioÔnibus e decidiram iniciar hoje a paralisação.

O acordo rejeitado era de reajuste de 4% dividida em dois meses: junho e depois somente em novembro. As outras exigências seriam negociadas futuramente.

Alguns ônibus foram parados pelos manifestantes hoje cedo na Avenida Brasil sentido Centro, onde fica a garagem da viação Real. Os passageiros foram obrigados a descer dos veículos.

Rio Ônibus emitiu nota neste domingo: “O Rio Ônibus continua disposto a avançar nas negociações, e encaminhou ao sindicato dos rodoviários sugestão de novo agendamento de reunião para tentar solucionar o impasse o quanto antes”.

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