Funcionários da Avianca fazem protesto no Aeroporto de Congonhas

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou na quinta-feira (16) que 60% dos pilotos e comissários da companhia aérea Avianca de quatro aeroportos ( Congonhas, em São Paulo ; Santos Dumont, no Rio de Janeiro ; Juscelino Kubitschek, em Brasília ; Luiz Eduardo Magalhães, em Salvador) mantenham a operação durante a greve.

Funcionários da Avianca fazem protesto no Aeroporto de Congonhas

Foto: Divulgação/Sindicato Nacional dos Aeronautas

A Avianca afirma que espera que os aeronautas cumpram a decisão da Justiça e “que os colaboradores que estão se apresentando para trabalhar sejam respeitados e não impedidos de assumir suas funções”.

Em comunicado, “A Avianca Brasil esclarece ainda que a segurança operacional de seus voos continua sendo sua principal prioridade é está totalmente mantida”.

Paralisação:

O site do Sindicato Nacional dos Aeronautas anunciou que a decisão de paralisar os trabalhos foi tomada em assembleias realizadas na segunda-feira (13).

O sindicato afirma que a greve se deve “ao atraso nos pagamentos de salários e outras verbas e o consequente clima de incerteza gerado para os pilotos e comissários, situação que pode afetar a segurança de voo”.

A companhia aérea informou ao TST ter recebido informação de que os tripulantes, incluindo comandantes, pilotos e comissários de bordo, entrarão em greve por tempo indeterminado.

A Avianca explicou ter sido notificada da paralisação por “falta de diálogo e negociação da empresa com o sindicato”, além de atraso em verbas trabalhistas e descumprimento de compromissos. E que o sindicato pediu a paralisação dos serviços – com exceção de decolagens com órgãos para transplantes e com doentes.

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