Novo estudo usa amostra de sangue para diagnosticar autismo em crianças

O estudo foi realizado pelo Instituto Politécnico Rensselaer, em Nova York e foi publicado na edição de junho da revista científica “Bioengineering & Translational Medicine”.

Primeiramente desenvolveram um algoritmo que usa concentrações de componentes no sangue para ver se ele veio de uma criança com transtorno do espectro austista (TEA) ou não. Depois foi feito um teste com 154 crianças com autismo, para verificar se o algoritmo funcionaria com eles. O resultado foi satisfatório, as previsões se tornaram precisas em 88% dos casos. Atualmente, apenas observações clínicas podem detectar o autismo. O diagnóstico precoce possibilitaria uma intervenção imediata, o que tende a levar a melhores resultados. Nos EUA, a maioria das crianças não é diagnosticada até os 4 anos de idade.

O número de crianças testadas é muito pequeno, ainda é preciso fazer muitos estudos. De qualquer forma, a criação de um exame de sangue que possa detectar o transtorno é um passo muito importante para a medicina.

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