Surto de febre amarela segue matando no país

<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter">No Rio de Janeiro, o jovem Luiz Fernando Valente Rodrigues, de 17 anos, teve morte cerebral na manhã desta segunda-feira (15), no Hospital São Francisco na Providência de Deus. Ele foi internado na noite da última quinta-feira (12) com suspeita de febre amarela, mas desenvolveu um quadro de hepatite fulminante. <br /><br /><strong>Vítimas em outros estados</strong><br />Em Belo Horizonte, três homens trabalhadores rurais com suspeita de febre amarela morreram no fim de semana. Os exames que podem confirmar a doença ainda não ficaram prontos. Até o momento, o estado já registrou nove mortes.</p>
<p class="content-text__container">Em Mairiporã, na Grande São Paulo, a vítima foi um técnico em refrigeração de 31 anos, que morreu após receber diagnóstico errado de outras doenças. Em São Paulo, a Secretaria da Saúde já confirmou 21 óbitos.</p>
<p><strong>Dois tipos</strong><br />Existem dois tipos de febre amarela: A silvestre, que acomete os macacos que hospedam o vírus transmitido pela picada dos mosquitos <em>Haemagogus </em>e <em>Sabethes. E a</em> febre amarela urbana, transmitida pelo <em>Aedes aegypti</em>, o mesmo que transmite a dengue, a chikungunya e a zika. Embora os mosquitos sejam diferentes, o vírus e as manifestações da doença são idênticas.</p>
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