Polícia Federal busca doleiros suspeitos de movimentarem US$ 1,6 bi

<p style="line-height: 150%;">Hoje (3) a Pol&iacute;cia Federal cumpre 50 mandados de pris&atilde;o contra doleiros que operavam no Brasil e no exterior. Desdobramento da Lava Jato em conjunto com o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal, as ordens foram da opera&ccedil;&atilde;o <em>C&acirc;mbio, Desligo</em> e foram determinadas pelo juiz federal Marcelo Bretas, da 7&ordf; Vara Criminal do Rio de Janeiro.</p>
<p style="line-height: 150%;">Os suspeitos integravam um sistema chamado Bank Drop – composto por 3 mil offshores em 52 pa&iacute;ses e que movimentava US$ 1,6 bilh&atilde;o. &Eacute; atrav&eacute;s da a&ccedil;&atilde;o conhecida como &lsquo;&rsquo;d&oacute;lar-cabo&rsquo;&rsquo; que os doleiros remetem recursos ao exterior. Trata-se de um c&acirc;mbio que envolve dep&oacute;sitos em contas em diferentes pa&iacute;ses, mas o dinheiro n&atilde;o &eacute; rastre&aacute;vel pelo Banco Central: doleiros recebem no Brasil e compensam em contas no exterior. Por n&atilde;o haver remessa nem registro, o montante escapa das autoridades e dos impostos. A atua&ccedil;&atilde;o se relaciona com crimes de evas&atilde;o de divisas e lavagem de dinheiro.</p>
<p style="line-height: 150%;">Segundo a Pol&iacute;cia Federal a organiza&ccedil;&atilde;o criminosa era liderada por D&aacute;rio Messes, considerado o maior doleiro do Brasil e tamb&eacute;m alvo da opera&ccedil;&atilde;o. Os mandados s&atilde;o cumpridos no Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Distrito Federal e tamb&eacute;m no Paraguai e Uruguai.</p>

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