Oscar: ”Com Amor, Van Gogh” inova ao unir pintura e tecnologia

<p>Se existisse a categoria &ldquo;Inova&ccedil;&atilde;o&rdquo;, um dos filmes indicados j&aacute; teria o seu Oscar garantindo. Dirigido pelo brit&acirc;nico Hugh Welchman e pela polonesa Dorota Kobiela, o filme &ldquo;Com Amor, Van Gogh&rdquo; une o stop motion com quadros pintados &agrave; m&atilde;o criando uma atmosfera parecida com trabalho do pintor holand&ecirc;s.&nbsp;</p>
<p>Esse &eacute; o primeiro filme totalmente feito atrav&eacute;s de pinturas, num complicado processo que durou seis anos para ficar pronto e contou com 125 artistas para ilustrar mais de 65 mil quadros, pois cada um deles exigia uma pintura completamente diferente.&nbsp;Apenas a abertura exigiu seis horas de trabalho para cada tela. Foram 20 semanas apenas para finalizar um momento que ser&aacute; visto pelo p&uacute;blico por menos de dez segundos.<br /><br />Para criar o clima das pinturas de Van Gogh, seus quadros eram projetados numa tela branca para que os pintores contratados pelo est&uacute;dio BreakThru Productions tivessem algo para se basear. Os animadores receberam 100 horas de aulas para aprender a pintar dessa maneira. Houve tamb&eacute;m todo um cuidado em apresentar as personagens exatamente da maneira como elas apareceram nos quadros originais.<br /><br />A hist&oacute;ria de &ldquo;Com Amor, Van Gogh&rdquo; se passa um ano ap&oacute;s o aparente suic&iacute;dio do artista, ocorrido em 1890. Apesar das chances de faturar uma estatueta serem pequenas, a produ&ccedil;&atilde;o j&aacute; fez hist&oacute;ria ao ser o primeiro stop motion feito com pinturas.</p>

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