Grávida medieval deu à luz no túmulo na Itália

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<p>Uma gr&aacute;vida da Idade M&eacute;dia deu &agrave; luz na It&aacute;lia, depois de ter morrido, de acordo com uma equipe de cientistas que examinou os antigos restos mortais.</p>
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<p>O caso, cujos detalhes foram publicados na revista "World Neurosugery" revela um fen&ocirc;meno que ocorre quando um embri&atilde;o de uma gr&aacute;vida falecida &eacute; expulso do corpo da m&atilde;e no t&uacute;mulo. Conhecido como extrus&atilde;o fetal ap&oacute;s a morte, ocorre na sequ&ecirc;ncia do aumento da press&atilde;o de g&aacute;s dentro de um corpo em decomposi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="marker-quote1">Cientistas da Universidade de Ferrara e Bolonha na It&aacute;lia analisaram o esqueleto de uma mulher descoberto em 2010 na pequena cidade de Imola, Bolonha. Eles acreditam que os restos mortais sejam do per&iacute;odo entre 600 e 700 DC.</p>
<p class="marker-quote1"><img src="https://res.cloudinary.com/visaotv/image/upload/v1522171825/kqu58yhfx5osfdbo2iog.jpg" width="511" height="312" /></p>
<p>A mulher foi encontrada com o embri&atilde;o entre as&nbsp;pernas. Devido &agrave; posi&ccedil;&atilde;o dos ossos, os pesquisadores conclu&iacute;ram se tratar de um caso de nascimento no caix&atilde;o. A cabe&ccedil;a do embri&atilde;o e a parte superior do corpo foram encontradas fora da cavidade p&eacute;lvica da mulher, enquanto as&nbsp;pernas do beb&ecirc; ficaram dentro. De acordo com os cientistas, h&aacute; chances de corresponder a um nascimento parcial de uma gravidez de 38 semanas.</p>
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