Semana em Brasília – reforma da previdência, ministro do turismo e CCJ

Quando dizem que o Brasil só começa a trabalhar depois do Carnaval, pelo menos os nossos congressistas interpretam essa frase ao pé da letra. Isso porque a composição da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, uma das mais importantes da casa, só vai acontecer depois dos dias de folia.
E executivos da construtora OAS que prestaram depoimentos ao ministro do STF Edson Fachin, que conduz as investigações da Operação Lava-Jato no Supremo, revelaram esquema de pagamento de 125 milhões de reais em propina e caixa 2 para 21 políticos de oito partidos.
E o ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux negou o pedido do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro, de ter as investigações das denúncias contra ele conduzidas na Corte Superior.

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