PainelWW com Willian Waack – Pesquisa e Desenvolvimento: por que o Brasil não avança?

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O mundo avança a passos largos em tecnologia, com Pesquisa e Desenvolvimento, e o Brasil parece seguir no século XX. A indústria não investe porque a economia não cresce. E a economia não cresce porque a indústria não investe. Apesar disso, o surgimento de empreendedores e de startups (assim como de PPPs), dão um sopro de esperança. O tema será levantado por três profissionais de diferentes áreas. A culpa será de mentalidade? Até que ponto a formação limitada interfere? Dois exemplos: somos 13º em publicações científicas e 66º em inovação. Um país que tinha a maioria de jovens até muito recentemente pode seguir nessa toada? No quê o governo de Jair Bolsonaro pode contribuir ou atrasar?

Painel WW reúne um Reitor da Academia, um Secretário de Estado e um CEO de grande empresa de tecnologia para debater um tema recorrente – e sempre atrasado: por quê o Brasil patina na produção tecnológica e na chamada sigla P&D—Pesquisa e Desenvolvimento? Dizem que o país tem um crescimento errático em tecnologia. Afinal, tem um dos maiores parques aeronáuticos do mundo, é líder em agricultura subtropical – responsável pelo sucesso do Agronegócio e do Pré-Sal –, mas cancelamos investimentos em pesquisas que já custaram tempo e muito dinheiro e convivemos com a pobreza, a falta de saneamento, a poluição e ataques à natureza e tantas outras mazelas que a própria ciência, tecnologia e educação ajudariam a resolver.

Enquanto China e Índia, dois parceiros do BRICS, vivem uma corrida por supercomputadores, 5G, OIT, inteligência artificial, energia etc., o Brasil parece se acomodar na periferia. Mais um exemplo: na UNIFEI, Universidade Federal de Itajubá-MG, considerada a primeira de tecnologia do Brasil, 40 milhões de reais já investidos, correm risco de se perderam por causa da descontinuidade de verbas federais e falta de apoio da iniciativa privada. Trata-se da criação do maior complexo de laboratórios do setor elétrico do país, chamado de Libras – único do mundo com capacidade de separar petróleo de gás carbônico. O convidado Dagoberto Almeida pode explicar – assim como os esforços da indústria e do próprio governo federal.

Convidados:

• BESALIEL BOTELHO
CEO da Bosch- Brasil
• DAGOBERTO ALVES ALMEIDA
Reitor da Universidade Federal de Itajubá, Minas Gerais
• PAULO ALVIM
Secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério de Ciência e Tecnologia

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1 comentário

  1. Fátima Có on

    É com temas desta natureza que chegaremos a onde queremos… ao Brasil com educação… com desenvolvimento… com empregos…

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